28 novembro 2013

Palácio Monroe - Um Conto de Fadas Destruído

     Boa tarde amadinhas! Como estamos? Todo mundo contando os dias pro Natal ou é só eu?! Rsrs... O post de hoje - infelizmente - trata de um assunto que pra mim e pra grande maioria dos cariocas, é triste. Eu decidi contar a história do extinto palácio Monroe.

     Ele foi inicialmente, projetado pra ser o Pavilhão Brasil na Exposição Universal de Saint Louis, nos EUA em 1904. O arquiteto e engenheiro militar, Coronel Francisco Marcelino de Sousa Aguiar, o criou de forma que pudesse ser transportado dos EUA pra cá. Na época, não foram poupados elogios à construção e, na ocasião, o Pavilhão do Brasil foi condecorado com medalha de ouro no Grande Prêmio Mundial de Arquitetura, o maior prêmio pra categoria na época. Após o evento, foi desmontado e trago para o Brasil, sendo montado no Rio de Janeiro em 1906, quando então passou a se chamar Palácio Monroe.
   
     Durante os seus 70 anos de existência, sediou a Terceira Conferência Pan-Americana, foi sede da Câmara dos Deputados (na época a Capital era no Rio), do Senado Federal e do Superior Tribunal Eleitoral. Com a mudança da capital para Brasília, em 1960, se tornou o escritório do Senado aqui no Rio. Durante o Regime Militar foi transformado em sede do Estado-Maior das Forças Armadas (EMFA).
   
     Até que em 1974 começaram as obras para a construção do metrô fazendo com que dois anos depois o Palácio fosse demolido. Embora tenha havido campanhas e mobilizações, aquela era uma época em que o progresso era preterido e de nada adiantou. O que infelizmente foi uma merda para todos nós. O Palácio era um monumento lindo e poderia ter se transformando em um incrível museu.




Este é um antigo selo com o Palácio Monroe e o Monumento aos Mortos da Segunda Guerra.


O Palácio e o mar logo atrás.






22 novembro 2013

Drácula - a série


       Sabe aquele personagem que causa fascínio e interesse? Pois é, eu tenho um que causa o mais completo interesse em mim: Drácula.

   Vira e mexe, novas versões da história de Bram Stoker aparecem, colocando o personagem em ‘novas roupas’.

      A mais recente série sobre vampiros está sendo uma completa e doce surpresa para mim. Produzida pela Carnival Films para a NBC e Sky Living, a série criada por Cole Haddon é uma releitura bem livre do clássico de Bram Stoker.



    E o melhor de tudo [óbvio] é Drácula! Pois o personagem é encarnado pelo lindotudãogostosão megahipersupergostosão do Jonathan Rhys Meyers (não sabe quem é? Assista Instrumentos Mortais e preste muita atenção no malvado da história).



         Na série, Drácula, em 1890, volta a Londres para se vingar de uma sociedade que lhe fez mal centenas de anos atrás. Se apresenta a sociedade como Alexander Grayson, um rico e bem sucedido empresário norte americano, que pretende fazer fortuna com ciência moderna.

        Mas, no meio do caminho ele conhece Mina Murray, que pode ser a reencarnação de sua falecida esposa.



     Seis episódios já foram ao ar, sendo possível assistir pela internet, em canais como MegaFilmes, e para deixa-los com mais vontade de ver, ele parece nu (mentirinha, ainda não tive a oportunidade de vê-lo nu, kkkkkkkkkkkkkkk), mas [spoiller] quem o retira do caixão-prisão é ninguém mais, ninguém menos que Van Helsing!



     Estou muito interessada na série e, animadíssima, para os próximos episódios. Assistam e depois me digam o que acharam.

 Ps: ele não brilha ao sol, ao contrário se queima, tem presas que se mostram durante o ataque, é de uma personalidade dual (divida entre o bem e o mal), caça por prazer (e não animais) e tem uma paixão pela Mina que beira o irracional. Não tem nada haver com Crepúsculo, ok?


Bjs e sds de vcs!