Parecer que somos magras, esbeltas, jovens, com pele lisa e sem rugas ou manchas é uma determinação da mídia, que esquece que somos de carne e osso e que envelhecemos, onde o desgaste naturalmente ocorre.
Não raro tenho a sensação que vivemos no mundo idealizado no
filme Wall-e, onde as pessoas são manipuladas pela mídia ou por um
computador. No filme, os humanos esqueceram como era andar, na vida atual, as
pessoas esquecem o quão importante é a beleza real, aquela que vem conosco
desde o nascimento.
O primeiro passo para mudar algo em nós, é aceitar o que somos e que nunca teremos o corpinho e os cabelos da diva Gisele Bündchen. Ela sabe as alegrias e as dores de ser ela e ter aquele corpo. A nós cabe aceitar nossos pontos fortes e dominar nossas fraquezas.
Não estou fazendo apologia ao desleixo, a obesidade, a andar mal arrumada e muito menos perder a feminilidade.
Estou fazendo apologia a olhar no espelho e aceitar quem somos, do jeito que somos e caso não haja felicidade nisto, não é porque a mídia assim impõe, mas porque não nos sentimos bem com este defeito. Por exemplo, estou com uns quilinhos acima do normal, isto me incomoda, ver os meus "pneuzinhos" me constrange, logo dieta e exercícios físicos para modificar isto, mas não farei isto para agradar a outros, mas porque eu me amo e gosto de me sentir bela.
O importante é ser sudável e viver de acordo com o que você
é. Sem buscar a perfeição determinada pela mídia. Independentemente de você ser
baixa, gorda, magra, alta, negra, branca, cabelos lisos ou crespos, aceite-se e
aprenda a conviver com o corpo que você possui, com sua beleza natural.
Eu sou a favor do fim da falsa beleza, daquela que nasce das mãos de pessoas que sabem trabalhar bem com photoshop e outros editores de imagens, dos padrões criados pela midia e propagados como verdadeiros.
Que possamos viver plenamente felizes com o que somos, pois isto é real e conta um pouco de nossa história.
E você vota em quê? Está na dúvida? Confira este vídeo sensacional que fala um pouco mais sobre a ditadura da mídia ao determinar os padrões femininos.


